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A Fuga do B2C: Por que o B2B2C se Tornou a Tábua de Salvação das Startups

Com o custo de aquisição em B2C nas alturas, startups estão usando outras empresas como seu principal canal para chegar ao consumidor final.

O fato

Um número crescente de startups que nasceram com um modelo direto ao consumidor (B2C) está realizando um pivô estratégico para modelos B2B2C. Em vez de lutar pela atenção do cliente em canais saturados, elas agora vendem para empresas, que as oferecem como um benefício a seus próprios clientes ou colaboradores.

Por que importa

O CAC no B2C se tornou proibitivo. A competição e a perda de eficácia de anúncios tornaram a aquisição paga insustentável. O B2B2C oferece um atalho: em vez de adquirir um cliente por vez, a startup fecha um contrato que pode render milhares de usuários. Pense em apps de bem-estar vendidos para empresas ou fintechs que se plugam em varejistas. Isso transforma o Go-to-Market de uma operação de marketing de massa para uma de vendas enterprise.

Leitura entre linhas

Esse movimento é um reconhecimento de que 'distribuição' é, muitas vezes, mais importante que o 'produto'. Uma startup pode ter um produto melhor, mas perderá se o concorrente tiver um canal de distribuição superior. A estratégia B2B2C é uma jogada de distribuição. O desafio é a perda de controle sobre a experiência do usuário final, tornando-se dependente da capacidade do parceiro de 'vender' a solução.

O que observar

  • Fintechs e healthtechs liderando o movimento para parcerias com grandes corporações.
  • A ascensão do marketing de produto focado no parceiro (B2B), não apenas no usuário final.
  • Startups criando APIs e plataformas 'white-label' para facilitar a integração por terceiros.

Takeaways

  • Distribuição vence produto quando o CAC é alto.
  • B2B2C troca controle pelo acesso a uma nova base de usuários.
  • O novo desafio é garantir o sucesso do seu parceiro de canal.

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